Na edição de hoje do Terapiando, continuamos com nossa receita concreta para gostar de você mesmo!
Assista agora a parte 2 do vídeo:
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Autoestima é coisa muito séria!
Seu valor pessoal está intimamente ligado ao quanto você gosta de si mesmo.
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Categoria: Diversos
Saber fazer
O seguinte incidente trata sobre a falha de um motor em um super navio. Os proprietários do citado navio tentaram um perito após o outro, mas nenhum deles conseguia sequer imaginar como consertar o motor. Os donos chegaram a pensar em oferecer $ 5o.ooo, oo para quem consertasse o motor avariado, pois já haviam perdido mais do que isso com o navio parado. Antes de oferecerem tal prêmio, contudo, se ofereceu para o serviço um velho homem que tinha sido mecânico de navios desde muito jovem. Ele levava um grande saco de ferramentas, e quando chegou, foi imediatamente ao trabalho. Primeiramente ele inspecionou o motor com muito cuidado, de cima a baixo.
Dois dos proprietários do navio estavam lá, assistindo esse homem, esperando que ele soubesse o que fazer. Depois de olhar as coisas, o velho pegou a sua bolsa e tirou um pequeno martelo. Ele gentilmente bateu em alguma coisa. Instantaneamente o motor começou a funcionar. Ele cuidadosamente colocou seu martelo na bolsa. O motor foi reparado!
Uma semana depois, os proprietários receberam a nota fiscal para pagar o serviço. O valor estabelecido pelo velho trabalhador foi de dez mil dólares.
“O quê?” os proprietários exclamaram. “Ele quase não fez nada! Ele só deu uma marteladinha!”
Então, eles escreveram ao velho uma bilhete dizendo: “Por favor, envie-nos uma fatura discriminada.”
O homem enviou a fatura que dizia:
Bater com um martelo $ 2,00
Saber onde bater o martelo $ 9.998,00
O esforço é importante, mas saber onde aplicar o esforço em sua vida faz toda a diferença.

Tira-Dúvidas sobre o Código de Davi
Neste vídeo respondo algumas perguntas que os colegas fizeram sobre “O Código de Davi”.
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Um lenhador e seu tesouro
Um lenhador percorre há anos a mesma floresta. Diariamente, ele observa com cuidado as árvores e cada detalhe da mata que fazem com que seu trabalho seja o mais produtivo possível. E, assim, ele vai ganhando seu sustento com determinação e paciência.
Certo dia, o lenhador encontra um sábio meditando na floresta, e os dois começam a conversar. O lenhador resolve contar o quão difícil é seu trabalho diário, sua cansativa rotina de cortar a lenha, carregá-la até a cidade e encontrar um comprador para conseguir algum dinheiro.
Durante a conversa, o sábio pergunta se ele conhece toda a floresta.
O rapaz lhe responde:
– Mais ou menos…
O sábio, então, lhe diz:
– Avance, meu filho, existem muitos tesouros esperando por você!
Durante anos, quando os dois se encontram, a saudação do mestre é sempre a mesma:
– Avance, ainda existem muitos tesouros esperando por você!
Certa vez, o lenhador, diferentemente dos dias anteriores, decide
Seguir os conselhos do sábio e entra na floresta, numa área ainda não explorada.
Ele olha ao redor e fica maravilhado. Tudo o que vê é diferente, os animais, as árvores e as flores. Para sua surpresa, ele encontra uma mina de prata. Apanha um pouco do metal e, com a venda, consegue dinheiro suficiente para sobreviver uma semana.
Todas as semanas ele vai até a floresta, feliz com a mina de prata.
Agora tudo de que precisava era trabalhar uma vez por semana. Porém, sempre
que encontrava o sábio, ele sorria e dizia:
– Avance, ainda existem muitos tesouros esperando por você!
Até que um dia resolveu aceitar a provocação do mestre e foi além da
mina de prata, passando por outras vegetações e, de repente, se deparou com
uma mina de ouro. Extraiu o quanto pôde do valoroso minério e depois vendeu
no mercado da cidade. Era a maravilha das maravilhas, pois tinha dinheiro
para um ano de vida.
Todos os anos, o ex-lenhador ia até a floresta, feliz com a mina de ouro. Agora só precisava trabalhar uma vez por ano. Porém, sempre que encontrava o sábio, este sorria e dizia:
– Avance, ainda existem muitos tesouros esperando por você!
O ex-lenhador mostrava-se muito tranqüilo, pensando que já tinha conseguido tudo o que poderia imaginar. Até que novamente resolveu aceitar a provocação do mestre e foi além da mina de ouro, chegando até um local de beleza surpreendente, onde encontrou uma mina de diamantes. Pegou a pedra mais linda que encontrou, levou-a até a cidade e conseguiu dinheiro para nunca mais ter de trabalhar.
Muitos anos mais tarde, contando para seu filho a história da sua riqueza, ouviu a seguinte pergunta:
– Pai, por que você continua indo à floresta todos os dias, mesmo sem
precisar mais de dinheiro?
O velho olhou-o com ternura e, sorrindo, disse:
– Eu gosto de pensar que sempre existe um novo tesouro para encontrar!
O empreendedor sempre tem o senso de procurar um tesouro no próximo movimento. Isso alimenta seu espírito e aquece seu coração.
Sucesso é conhecimento colocado em ação.
Lembre-se do que disse o mestre:
– Avance, ainda existem muitos tesouros esperando por você!

A Rocha no Caminho
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Naquele momento ele se escondeu e ficou observando se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantia as estradas limpas, mas nenhum deles tentou se quer remover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente, com muito jeito, conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. Foi até ela e viu que a bolsa continha muitas moedas de ouro, e um bilhete escrito pelo rei que dizia:
“Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição…”

Determinação!
O vídeo mostra as diversas situações que nos fazem sentir medo, precisamos encará-los e vence-los!
A lista dos R$100,00
A arte de envelhecer
Paciência…

“A paciência nos ajuda a aceitar os obstáculos do caminho e nos permite reagir aos desafios do cotidiano com coragem, força e otimismo.”
As lições do barqueiro
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra “acreditar” e no outro “agir”.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
– Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
– Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão, o barco ficará rodando em círculos, é preciso também agir para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do domínio inglês. Tinha também uma estratégia: a não violência. Sua autoconfiança foi tanta, que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas, também agiu com segurança.
Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou, agiu, e superou a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.
Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou sua imensa popularidade e o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África para atender os nativos, no mais completo anonimato.
Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.
E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?
Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.
Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.
Um fator…
Tenha fé…

“O otimismo sempre vence a batalha, então tenha fé que tudo se resolve.”
Que gosto tem?
O velho mestre pediu a um jovem que estava muito triste, que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
“Qual é o gosto?” perguntou o mestre. “Ruim” disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho mestre disse: “Beba um pouco dessa água.” Enquanto a água escorria do queixo do jovem,o mestre perguntou: “Qual o gosto?” “Bom!!!” disse o rapaz.“Você sente o gosto do sal?” perguntou o mestre.“Não”, disse o jovem.
O mestre então sentou perto do jovem e disse: “A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor, depende de onde colocamos. Deixe de ser um copo…Torne-se um lago…”
Saco de batatas
O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar por todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma. Jogue fora suas “batatas”.



