O que fazer com a sua inveja

Que a inveja é um sentimento negativo, isto sabemos. Que ela é destrutiva e nos traz prejuízos também. Mas “como agir” ou “o que fazer” quando somos nós mesmos aqueles que estão invejando?
Fique atento ao áudio de hoje pois você pode esconder de si próprio que está sentindo inveja de alguém. E quando isto acontece, a sua prosperidade ou sua felicidade é automaticamente  sabotada pois, no fundo, você está cultivando um sentimento de inferioridade frente às outras pessoas.
Para entender melhor tudo isto, basta clicar no player abaixo:

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Aproveite e assista também o vídeo sobre Inveja
Sucesso e Felicidade Para Você!

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2 respostas para “O que fazer com a sua inveja”

  1. A inveja
    Bom, como uma simples mortal que sou, tenho dentro de mim alguns sentimentos negativos como raiva, mágoa, ciúme e inveja que, embora tente ignorar, em situações críticas sempre me atormentam para que os deixe sair. Após ter assistido aos vídeos sobre o “Efeito Sombra” decidi também fazer a leitura do livro homônimo. E tenho aprendido muitas coisas desde então. O nosso grande problema é que, desde a mais tenra idade, aprendemos que para sermos amados, aceitos, aprovados, devemos deixar à mostra somente o nosso lado luz, com os mais nobres sentimentos como amor, solidariedade, compaixão, bondade e acabamos sufocando o lado sombra que faz parte de nós. É como se tivéssemos dois filhos: um talentoso, brilhante, inteligente, cheio de qualidades e o outro mediano e problemático que só traz dissabores. Embora sejam tão diferentes os dois deveriam ser amados da mesma forma. E fazemos a mesma coisa com nós mesmos. Geralmente quando advertimos no peito algum sentimento negativo tentamos ignorá-lo ou então projetamos no outro essa característica considerada tão feia. Porque é muito mais fácil combater o outro do que nós mesmos. E acabamos criando uma máscara para os outros e pior, para nós mesmos. Quando comecei a assistir aos vídeos não sosseguei enquanto não cheguei ao último e dizia o tempo todo: “nossa, eu sou assim, eu também faço assim, não sabia que tinha construído uma máscara”. E cheguei à conclusão que o “inferno não são os outros” ao contrário do que dizia Sartre, mas nós mesmos. E a solução que achei para mim foi ACEITAR o meu lado sombra. Ao nos aceitarmos como somos, os outros também farão o mesmo. Tanto Abel quanto Caim fazem parte da minha personalidade e se eu quiser me amar plenamente tenho que aceitar essa dualidade. E percebi que ao me aceitar do jeito que sou parei de apontar características negativas em meu próximo.
    Em relação à inveja, para exorcizá-la nas últimas vezes em que ela apareceu, resolvi deixá-la vir à tona. A primeira situação foi quando fiquei sabendo que um rapaz pelo qual estava interessada tinha achado a sua alma gêmea. Senti um misto de ciúmes e inveja. Ciúmes dele e inveja da moça. Mas após uma longa reflexão percebi que deveria mudar a linha de raciocínio porque o mundo agora tinha mais duas pessoas felizes. A outra situação foi em relação a uma colega que também participa do projeto 7 de setembro e é assinante da Unidarma para a qual disse que tinha inveja de sua espontaneidade e também de seu corpo que é muito bonito. E ela também me confessou algumas invejas em relação a mim. O que quero compartilhar é que a partir do momento em que nos aceitamos como somos, tudo flui livremente. Reprimir os sentimentos negativos só serve para deixá-los mais fortes e rebeldes. Fortalecer os nossos inimigos íntimos não é maior tática. A melhor lição que aprendi foi a aceitação.

  2. Olá Neide, brilhante comentário, estou sem palavras.
    Parabéns por contribuir de forma tão majestosa com os buscadores de autoconhecimento.
    Abraços, Sucesso e Felicidade Para Você!

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