Artigo do site Minha Vida:
"No auge do relacionamento, sobram as declarações de amor entusiasmadas, surgem os nomes para os possíveis filhos e envelhecer ao lado de outra pessoa é algo impensável, mas, no meio dos caminho, por algum motivo, a relação definha e acaba. E de repente, a vida se transforma em um verdadeiro palco de batalhas. De um lado, você, e do outro, ele. Agressões verbais e alfinetadas viram uma constante. No meio disso, o respeito, que antes era tão proclamado, fica cada vez mais pisoteado.
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Não é tempo cronológico que vai definir quando uma pessoa precisa de ajuda profissional, de um terapeuta ou psicólogo, mas sim o quanto ela permanece com os mesmos sentimentos e não avança.
Faz parte de um exercício de sanidade mental entender que as decepções, maiores ou menores, são um efeito colateral da vida, mas também passa por ter uma visão menos egocêntrica e mais humilde da própria existência a de que mundo não gira só ao nosso redor. "É importante adaptar os desejos à realidade, mas compreender que nem sempre isso será possível", explica o psicoterapeuta explica o psicoterapeuta Chris Allmeida."Ficar triste não é uma doença, mas a manutenção da tristeza e de abandono merece ser estudado", avalia. "É a lamúria e a lamentação que alimentam a decepção", diz o especialista."
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